Hot News
Marcio Alaor de Araujo comenta sobre a importância da resiliência na carreira executiva
Como adaptar a casa sem tirar a autonomia do idoso? Saiba com o Doutor Yuri Silva Portela
Certidão de Tempo de Contribuição: Pedro Francisco Guimarães Solino explica como funciona a averbação junto ao INSS
CNA e Senar levam inteligência artificial ao campo com JoIA pelo WhatsApp
Câmara aprova Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica; veja o que muda para o agro
Jornal Terra
  • Home
  • Notícias
    NotíciasShow More
    Marcio Alaor de Araujo
    Marcio Alaor de Araujo comenta sobre a importância da resiliência na carreira executiva
    17 setembro, 2026
    Yuri Silva Portela
    Como adaptar a casa sem tirar a autonomia do idoso? Saiba com o Doutor Yuri Silva Portela
    14 setembro, 2026
    Pedro Francisco Guimarães Solino
    Certidão de Tempo de Contribuição: Pedro Francisco Guimarães Solino explica como funciona a averbação junto ao INSS
    9 setembro, 2026
    Fim da Moratória da Soja pode custar US$ 8,2 bilhões ao Brasil, estima WWF
    8 setembro, 2026
    Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira
    Como escolher entre reescrever um sistema legado do zero ou fazer a migração por partes? 
    3 setembro, 2026
  • Política
    PolíticaShow More
    Câmara aprova Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica; veja o que muda para o agro
    8 setembro, 2026
    Crédito, seguro rural e dívidas do agro entram no centro dos planos de governo para 2026
    24 agosto, 2026
    Congresso Brasileiro do Agronegócio reúne governo e setor privado para discutir prioridades do agro
    10 agosto, 2026
    Tarifaço dos EUA atinge um terço das exportações do agro brasileiro
    28 julho, 2026
    Governo publica MP para renegociar dívidas do agro: veja quem pode aderir e o que muda para produtores rurais
    16 julho, 2026
  • Tecnologia
    TecnologiaShow More
    CNA e Senar levam inteligência artificial ao campo com JoIA pelo WhatsApp
    8 setembro, 2026
    Inteligência artificial reduz em 75% idas ao campo na inspeção de lavouras de algodão
    24 agosto, 2026
    Inteligência artificial ganha espaço no agro e mostra como produtores podem usar dados para aumentar eficiência
    10 agosto, 2026
    Inteligência artificial já reduz uso de defensivos e ganha espaço no campo brasileiro
    28 julho, 2026
    Tecnologias emergentes no Cerrado: como IA, drones e sensores podem transformar a produtividade no campo brasileiro
    16 julho, 2026
  • Sobre Nós
Leitura: Concessões públicas no setor funerário, com Tiago Schietti
Compartilhar
Jornal TerraJornal Terra
Font ResizerAa
Search
  • Home
  • Contato
  • Sobre Nós
  • Blog
Follow US
© Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Jornal Terra > Blog > Notícias > Concessões públicas no setor funerário, com Tiago Schietti
Notícias

Concessões públicas no setor funerário, com Tiago Schietti

Dylan Westmore
Dylan Westmore 6 março, 2026
Compartilhar
5 Min de leitura
Tiago Schietti
Tiago Schietti
Compartilhar

As concessões públicas no setor funerário têm ganhado relevância diante da necessidade de modernização de cemitérios, crematórios e serviços correlatos. Para Tiago Schietti, esse modelo pode transformar a gestão, ampliar investimentos e elevar o padrão operacional das estruturas públicas. Muitos municípios enfrentam limitações orçamentárias que dificultam a expansão e manutenção adequada desses espaços.

Contents
O que são concessões públicas no setor funerário?Por que municípios adotam esse modelo?Quais vantagens as concessões podem oferecer?Quais riscos precisam ser considerados?Como estruturar concessões de forma eficiente?Perspectivas para o futuro da gestão funerária pública

Nas próximas linhas, você compreenderá como funcionam as concessões, quais são seus benefícios, os riscos envolvidos e os critérios essenciais para uma implementação equilibrada. Se você atua no setor ou acompanha políticas públicas, vale aprofundar essa discussão e avaliar como o modelo pode impactar o futuro da gestão funerária no Brasil.

O que são concessões públicas no setor funerário?

As concessões públicas consistem na transferência da gestão de serviços públicos à iniciativa privada por prazo determinado, mediante contrato e regras específicas. No setor funerário, isso inclui administração de cemitérios, crematórios e serviços complementares, sempre sob fiscalização do poder público.

Esse modelo não representa privatização definitiva, mas delegação operacional com metas claras de desempenho. De acordo com Tiago Schietti, a concessão estabelece obrigações contratuais que envolvem manutenção, investimentos em infraestrutura e melhoria contínua do atendimento à população.

Por que municípios adotam esse modelo?

Muitos municípios enfrentam déficit estrutural em seus cemitérios públicos. Espaços superlotados, falta de manutenção e ausência de tecnologia são problemas recorrentes. A concessão surge como alternativa para atrair capital privado e acelerar melhorias que o orçamento público isoladamente não consegue viabilizar.

Segundo Tiago Schietti, a gestão profissional tende a implementar padrões operacionais mais rigorosos. Empresas especializadas possuem experiência técnica e capacidade administrativa para modernizar processos, implantar sistemas digitais e organizar fluxos internos com maior eficiência.

Tiago Schietti
Tiago Schietti

Quais vantagens as concessões podem oferecer?

As concessões públicas no setor funerário apresentam benefícios concretos quando estruturadas com critérios claros. Entre as principais vantagens, destacam-se:

  • Investimentos imediatos em infraestrutura e modernização;
  • Melhoria na manutenção e conservação dos espaços;
  • Implantação de tecnologia para controle e gestão;
  • Maior transparência contratual e metas de desempenho;
  • Redução da sobrecarga administrativa do município.

Esses fatores fortalecem a qualidade do serviço prestado à população. Quando o contrato estabelece indicadores objetivos de desempenho, a concessão tende a gerar resultados mensuráveis e mais consistentes.

No entanto, os benefícios dependem de planejamento técnico rigoroso e acompanhamento permanente do poder concedente.

Quais riscos precisam ser considerados?

Apesar das vantagens, o modelo exige cautela. A definição inadequada de tarifas e cláusulas contratuais pode gerar insatisfação social. Como evidencia Tiago Schietti, a sensibilidade do serviço funerário exige equilíbrio entre viabilidade econômica e acessibilidade para a população.

Outro ponto crítico envolve a fiscalização. A ausência de monitoramento efetivo compromete a qualidade do serviço e pode gerar distorções na execução contratual. Por isso, o poder público deve manter equipes técnicas capacitadas para acompanhar metas e indicadores.

A transparência na comunicação com a sociedade também é fundamental para evitar percepções negativas e garantir legitimidade ao processo.

Como estruturar concessões de forma eficiente?

A eficiência começa na fase de estudos preliminares. Conforme elucida Tiago Schietti, é essencial realizar diagnósticos detalhados da infraestrutura existente, projeções de demanda e análise de viabilidade econômica antes de lançar o edital.

Por sua vez, os contratos devem estabelecer metas claras de investimento, padrões mínimos de qualidade e mecanismos de revisão periódica. A previsibilidade contratual reduz conflitos futuros e cria ambiente mais estável para investidores e gestores públicos.

A participação da sociedade em audiências públicas também fortalece a legitimidade do processo, garantindo maior alinhamento entre expectativas sociais e objetivos administrativos.

Perspectivas para o futuro da gestão funerária pública

Em conclusão, as concessões públicas no setor funerário representam uma alternativa relevante para modernização e ampliação da capacidade operacional. Quando bem estruturadas, podem elevar padrões de qualidade, incorporar tecnologia e garantir manutenção adequada dos espaços.

Nesse sentido, o futuro da gestão funerária pública dependerá da combinação entre planejamento técnico, fiscalização rigorosa e responsabilidade social. O modelo de concessão não é solução automática, mas ferramenta estratégica que exige maturidade institucional.

Ao compreender as oportunidades e desafios envolvidos, gestores e empresas podem contribuir para um setor mais organizado, eficiente e alinhado às necessidades da população. A evolução da administração funerária pública passa por decisões estruturadas, baseadas em transparência, responsabilidade e visão de longo prazo.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

Tag:O que aconteceu com Tiago Oliva SchiettiQuem é Tiago Oliva SchiettiTiago Oliva SchiettiTiago Oliva Schietti CVMTiago SchiettiTiago Schietti CVMTudo sobre Tiago Oliva Schietti
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Email Print
Victor Maciel
Planejamento tributário empresarial: o custo silencioso de operar sem estratégia fiscal
Notícias
Daugliesi Giacomasi Souza
Acessibilidade em foco: Projetando espaços inclusivos 
Notícias
Dívidas no agronegócio em alta: como a recuperação extrajudicial de R$ 98 bilhões impacta o setor em 2026
Política
David do Prado
Qual a diferença entre tração dianteira, traseira e integral? Entenda neste artigo
Notícias
Marcio Alaor de Araujo
Marcio Alaor de Araujo comenta sobre a importância da resiliência na carreira executiva
17 setembro, 2026
Yuri Silva Portela
Como adaptar a casa sem tirar a autonomia do idoso? Saiba com o Doutor Yuri Silva Portela
14 setembro, 2026
Jornal Terra

Jornal da Terra: Sua fonte completa para as últimas notícias sobre política, tecnologia, economia e muito mais. Acompanhe os acontecimentos que moldam o mundo.

Jornal da Terra – [email protected] – tel.(11)91754-6532

  • Home
  • Contato
  • Sobre Nós
  • Blog
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?