Assim como destaca o empresário Aldo Vendramin, o Freio de Ouro Cultural representa muito mais do que uma competição de habilidade e resistência: ele é um símbolo vivo da tradição e identidade rural sul-americana. Em 2022, o Senado Federal reconheceu oficialmente o Freio de Ouro como manifestação cultural, consagrando sua importância para a preservação dos costumes gaúchos e a valorização da raça crioula. Esse reconhecimento legitima uma prática que há décadas movimenta a economia do Rio Grande do Sul e promove integração entre países que compartilham a mesma paixão pelos cavalos crioulos, como Brasil, Uruguai e Argentina.
Explore a história por trás dessa conquista cultural e descubra por que o Freio de Ouro é muito mais do que uma prova: é tradição, identidade e orgulho que unem nações!
Por que o Freio de Ouro Cultural é tão importante para a identidade sul-americana?
Conforme Aldo Vendramin, o Freio de Ouro Cultural traduz a essência da cultura campeira, mantendo viva uma tradição que se perpetua por gerações. Ao longo dos anos, a prova evoluiu sem perder suas raízes, refletindo valores como coragem, técnica e parceria entre homem e cavalo. Essa conexão fortalece a identidade sul-americana e reforça o orgulho regional, especialmente no Rio Grande do Sul, onde a competição é aguardada com entusiasmo.

Mais do que um torneio, o Freio de Ouro é um encontro que celebra a história e os costumes do campo, desde a indumentária típica até as músicas e danças que permeiam o evento. Cada detalhe reforça a importância da cultura rural para a construção da identidade coletiva, unindo pessoas que compartilham os mesmos valores. Assim, o reconhecimento oficial do evento não apenas valoriza a prova, mas protege uma herança cultural que vai além das fronteiras brasileiras.
Além disso, essa representatividade cultural ganha força pelo caráter internacional da competição. Ao envolver outros países da América do Sul, o evento cria laços entre nações que compartilham uma mesma tradição e fortalece o intercâmbio cultural. Com isso, o Freio de Ouro se consolida como um patrimônio comum, promovendo a integração e a preservação da diversidade cultural da região.
Como o reconhecimento oficial fortaleceu o Freio de Ouro Cultural?
O reconhecimento do Freio de Ouro Cultural como manifestação cultural pelo Senado Federal trouxe impactos significativos para a prova e para seus protagonistas. Essa oficialização ampliou a visibilidade do evento, atraindo maior atenção de órgãos governamentais, patrocinadores e meios de comunicação. Com isso, o Freio de Ouro ganhou ainda mais relevância no calendário de eventos do país, consolidando-se como um marco cultural e econômico.
Outro reflexo importante foi a abertura para políticas públicas de incentivo à cultura. Ao ser incluído na lista de manifestações reconhecidas, o evento passa a ter acesso facilitado a linhas de fomento, o que contribui para sua manutenção e expansão. Segundo o empresário Aldo Vendramin, isso garante que novas gerações possam vivenciar a experiência do Freio de Ouro, preservando a tradição sem abrir mão da modernização necessária para acompanhar os novos tempos.
Qual o impacto econômico e social do Freio de Ouro Cultural no Rio Grande do Sul?
O impacto econômico do Freio de Ouro Cultural é expressivo, movimentando milhões em negócios relacionados à criação de cavalos, turismo e serviços. Durante a realização do evento, hotéis, restaurantes e comércios locais registram aumento significativo na demanda, o que aquece a economia das cidades-sede. Essa movimentação demonstra como a cultura e a economia podem caminhar juntas, beneficiando diferentes setores.
Além do aspecto financeiro, Aldo Vendramin expõe que há um forte impacto social. O Freio de Ouro gera empregos diretos e indiretos, desde profissionais ligados à organização e manutenção do evento até aqueles que atuam no transporte e hospedagem dos animais. Isso significa mais oportunidades para trabalhadores do campo e da cidade, fortalecendo a renda de diversas famílias e contribuindo para a economia regional.
Por fim, outro ponto relevante é o incentivo ao turismo cultural. O evento atrai visitantes de várias partes do Brasil e do exterior, interessados não apenas nas provas, mas também na experiência imersiva da cultura gaúcha. Essa troca cultural é um diferencial que promove inclusão, educação e valorização do patrimônio imaterial, garantindo que a tradição siga viva e adaptada às novas gerações.
Autor: Mikesh Tok